Governo barra as medidas preventivas
"A melhor saída para prevenir e controlar a população do mosquito é por meio da aplicação de inseticida nos focos de leishmaniose e a dose deve ser repetida de tempos em tempos. Mas, somente essa medida não é eficaz.
O parasita pode se hospedar também em cães, por isso o Ministério da Saúde determina a eliminação dos cães infectados. A medida causa polêmica entre grupos protetores dos animais.
Numa tentativa de solucionar o impasse, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro desenvolveu uma vacina com base em antígenos do parasita para ser aplicada nos animais. Em 2003, a vacina recebeu a liberação do Ministério da Agricultura, mas foi barrada pelo Ministério da Saúde. Mesmo com resultados totalmente positivos (99% dos casos), a decisão das autoridades foi totalmente arbitrária, deixando claro que as intenções do governo estão longe da defesa do bem-estar da população mais pobre, que é a mais afetada por epidemias desse tipo."
"A melhor saída para prevenir e controlar a população do mosquito é por meio da aplicação de inseticida nos focos de leishmaniose e a dose deve ser repetida de tempos em tempos. Mas, somente essa medida não é eficaz.
O parasita pode se hospedar também em cães, por isso o Ministério da Saúde determina a eliminação dos cães infectados. A medida causa polêmica entre grupos protetores dos animais.
Numa tentativa de solucionar o impasse, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro desenvolveu uma vacina com base em antígenos do parasita para ser aplicada nos animais. Em 2003, a vacina recebeu a liberação do Ministério da Agricultura, mas foi barrada pelo Ministério da Saúde. Mesmo com resultados totalmente positivos (99% dos casos), a decisão das autoridades foi totalmente arbitrária, deixando claro que as intenções do governo estão longe da defesa do bem-estar da população mais pobre, que é a mais afetada por epidemias desse tipo."
Barbeiro: vetor da doença de Chagas
Quem paga é a população
"As pesquisas que investigam vacinas e medidas preventivas para a Doença de Chagas caminham a passos lentos, isso porque há pouco investimento em pesquisas biomédicas no Brasil.
Mesmo com a iminência de uma epidemia, o governo federal preferiu soltar milhões de reais para financiar pesquisas sobre combustíveis e incentivar alianças entre a universidade pública e empresas privadas, ao invés de investir no tratamento e prevenção de doenças.
Além disso, a falta de estrutura em hospitais impede o devido tratamento para os infectados, que é conseqüência direta do corte de verbas para saúde no país, prejudicando ações elementares, como a própria prevenção."
(Fonte:http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=9504)








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